Cinza, tinta boronhada, arrancada como folha crescendo nu mato, como carto reciclado no conjunto jogado ao ano.
Escritor cansado, queima na fogueira fervente, nas paredes de fumaça, de seu canto tranquilo e questionável.
O cajón de cinzas arquivos e ideias subreales, tapando com tela branca, seu templo de plumas liberadas.
Respirando só as flores plasmadas...
No punho forte e seguro, preenche de cinza forte, nova luz branquela, os rolos de retângulos. Onde rescribe sua historia com sua voz e voto.
Atraindo só carinho positivo, sorrisos amigos, para almacenar muito amor no coração.
Atraindo só carinho positivo, sorrisos amigos, para almacenar muito amor no coração.


